A Batalha do Arade

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Descrição
 

 Classificadas historicamente como “invasões normandas”, as incursões que, nos Séculos IX e X, os povos nórdicos fizeram em terras islâmicas do Garbe e do Andaluz, deveriam ser, antes, apelidadas de “invasões vikings”, uma vez que, os Normandos, enquanto tal, terão surgido apenas no primeiro quartel do Século X, quando o rei de França cedeu ao invasor viking o ducado da Normandia, em 911.
Foram três as principais incursões escandinavas à região sul da Hispânia, então ocupada pelos fiéis seguidores do Alcorão. A primeira ocorreu em 844/5; a segunda, em 859 e a terceira e última, em 966.
Apesar de pouco referidas nos compêndios da história de Portugal e, particularmente, do Algarve, as hordas de invasores aportaram em praças do actual território português, nomeadamente em Lisboa, Alcácer, Faro e Silves, fazendo inúmeras baixas entre as populações locais e aprisionando mulheres e infantes, reduzindo-os à escravatura. As pilhagens foram imensas mas, nem sempre, os nórdicos conseguiram abandonar as terras do Sul com o fruto dos seus saques.
Na primeira invasão, acabaram por fugir da região de Sevilha, depois de sofrerem cerca de dezasseis mil baixas, tomando a direcção de Roma, Bizâncio e Alexandria, onde promoveram novos ataques. Na segunda invasão perderam várias embarcações e parte das riquezas saqueadas ao longo da incursão. A terceira invasão mostrou-se fatal para os normandos, que viram os seus 28 navios afundados na foz do Arade, nunca mais regressando a terras do sul hispânico.
A história destas três invasões, contada em pequenos textos de cronistas árabes, mostra-se repleta de aventuras notáveis e cativantes, algumas que, por serem tão incríveis, chegam a tocar a fábula. É essa história que, de uma forma ligeira, pretendemos contar e ilustrar, nas páginas deste livro.Ver mais

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